Grana Pretta por Mônica Costa

Se poder é bom, eu quero poder também

Se poder
é bom,
eu quero
poder também

Porque a gente merece!

​Base da cultura, da economia e da herança africana, a mulher negra, que historicamente, é a fonte do sustento das famílias brasileiras, ainda nos dias atuais não têm sua capacidade e talentos reconhecidos. Seguimos na base da pirâmide social.
Dados de fontes oficiais seguem apontando a discrepância entre a renda dos homens brancos e as mulheres negras ( entre 2004 a 2014 nosso rendimento não correspondia a 40% da renda deles). Somos as mais suscetíveis ao desemprego e somos muitas vezes inseridas em relações precárias de trabalho. (Fonte Pesquisa Mulheres e Trabalho, realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA). Ainda assim sustentamos cerca de 40% dos domicílios brasileiros.
Estes dados comprovam que a condição de trabalho da mulher negra em pleno século XXI não é muito diferente do cenário vivido por nossas ancestrais escravizadas durante os 400 anos de exploração no Brasil, não é?
Angela Davis – ativista negra, filósofa, professora e Deusa – afirma que “Quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela, porque tudo é desestabilizado a partir da base da pirâmide social”. Bora abalar as estruturas?

Como nossas ancestrais, ela encontra nos desafios a energia para ir cada vez mais longe.
Fazendo a diferença

Mulher Plural

Como nossas ancestrais, ela encontra nos desafios a energia para ir cada vez mais longe.

Instagram
Instagram did not return a 200.

© Copyright Grana Pretta

Desenvolvido por friiv.com.br